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Yom Hashoá é lembrado com atos em Brasília - Torres do Congresso ganham projeção

11 Abr 2018 | 21:26
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Judeus do mundo inteiro rendem tributo nesta quarta (11) à memória das vítimas e dos mártires do Holocausto durante o Yom Hashoá (Dia da Catástrofe). Seis milhões de judeus – entre muitas outras vítimas – foram exterminados pelos nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial, no episódio mais sombrio da história contemporânea. Em 1933, a população judaica europeia era composta por mais de nove milhões de pessoas. Em 1945, nove anos após, os alemães e seus colaboradores haviam assassinado aproximadamente dois entre cada três judeus europeus. Em tempos de crescimento do antissemitismo no mundo, o Yom Hashoá ganha significado ainda mais especial.

No Brasil, a data é lembrada nesta quarta com atos em diversos estados. Em Brasília, das 19h às 23h, as torres do Congresso Nacional ganham a projeção da frase “Holocausto Nunca Mais”. O ato é uma ação do Museu do Holocausto de Curitiba e conta com o apoio do Senado, da Confederação Israelita do Brasil (Conib) e do senador Davi Alcolumbre.

O Yom Hashoá foi lembrado também em um ato na Câmara dos Deputados, uma iniciativa do deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), que contou com a presença de parlamentares e outras autoridades. Entre os presentes estavam, além de Cavalcante, os  senadores  Ana Amélia Lemos (PP-RS) e  João Capiberibe (PSB-AP); o deputados federais Sergio Zveiter (DEM-RJ); Keiko Ota (PSB-SP); Onyx Lorenzoni (DEM-RS)e Floriano Pesaro (PSDB-SP) ; o embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley; o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, juiz Guilherme Feliciano e Carlos Reiss, coordenador geral do Museu do Holocausto de Curitiba, entre outros. O Diretor Geral da Conib, Sergio Napchan,  foi quem abriu o ato, que marcou o fim da exposição “Shoá – Holocausto: como foi humanamente possível?”, que ocupou com sucesso, desde 26 de março, a Câmara dos Deputados.

A mostra, produzida pelo museu israelense Yad Vashem e adaptada pelo Museu do Holocausto de Curitiba, foi exibida pela primeira vez em 2015, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

Uma visita à mostra, na terça (10), reuniu 108 alunos do ensino médio do Instituto Adventista Brasil Central (IABC), internato localizado em Planalmira, Goiás, distante 140 quilômetros de Brasília, acompanhados dos dirigentes do colégio. Também estiveram presentes o Chanceler do Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP), Euler Pereira Batista; o advogado da Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia e sua esposa, Elaine Rubio Vianna, entre outros. A exposição recebeu mais de 500 crianças e mais de 15 mil pessoas trabalham na Cãmara dos Deputados, onde “Shoá – Holocausto: como foi humanamente possível?”, ocupa os corredores.

O Yom Hashoá é celebrado em 27 de Nissan, data oficializada pelo então primeiro-ministro israelense, David Ben Gurion, em 1959, para manter viva a memória das vítimas do nazismo, e fazer o Holocausto chegar ao conhecimento de todos.

Ao mantermos viva a memória do Holocausto, contribuímos para que o futuro não repita o passado.





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