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Unesco se alia ao CJM em campanha mundial contra o antissemitismo

28 Set 2018 | 17:36
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Em evento na Unesco, à margem da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, o presidente do Congresso Judaico Mundial (CJM), Ronald S.Lauder, destacou a importância da educação como forma de prevenir o preconceito, o racismo e o antissemitismo. Lauder elogiou a iniciativa da Unesco de buscar o apoio de líderes políticos mundiais para desenvolver programas de combate ao racismo e ao antissemitismo e contra o engajamento de jovens a ideologias extremistas que promovem a violência. "Entre 2012 e 2015, a Assembleia-Geral da ONU adotou 97 resoluções contra países, das quais 83 contra Israel e na Unesco, entre 2009 e 2014, 47 resoluções condenatórias foram aprovadas ​​- uma contra Síria e 46 contra Israel”. “Mas agora, sob a liderança de Audrey Azoulay, a Unesco está procurando corrigir essa linha (anti-Israel), e nós reconhecemos e elogiamos essa iniciativa”, disse Lauder ao destacar que os primeiros passos em favor de uma mudança na organização já estão sendo dados. “É claro que uma mudança na linha política da Unesco não se alcança da noite para o dia, principalmente quando o vírus do antissemitismo já se instalou no corpo das Nações Unidas”. A iniciativa da Unesco faz parte de uma parceria com o CJM que inclui o lançamento, em novembro, em Paris, de um site sobre educação do Holocausto. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, destacou a importância dessa iniciativa da Unesco, afirmando que “o antissemitismo está presente no mundo sob vários disfarces, inclusive em ações contra Israel”. “É nosso dever estarmos atentos a essas ações e conclamo todos os Estados-membros a aderirem a essa importante iniciativa”. "Ser fiel à nossa Carta significa combater o antissemitismo e o ódio com toda a nossa força”, concluiu. Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, completou: “Combater o antissemitismo é atacar uma das mais poderosas forças ideológicas do extremismo violento”. “É defender as liberdades fundamentais e a dignidade de todos os seres humanos. É por isso que combater o antissemitismo compete a todos e não apenas às instituições judaicas”.





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