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Educação e democracia em Israel, por Jacir Venturi, presidente de sindicato de escolas do Paraná

10 Out 2013 | 12:49
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Jacir Venturi é professor, autor de livros de matemática e presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná, que congrega 1.643 escolas. Ele fez uma viagem de oito dias a Israel, com familiares, todos com formação cristã. Gostou tanto que escreveu sobre suas impressões no site da rádio CBN/Curitiba.

Ele elogia a organização do país, que lhe permitiu uma viagem tranquila e sem incidentes, e faz referência ao grande desenvolvimento científico e tecnológico. Como justificá-lo? “O patrimônio intelectual propiciou aos judeus a sobrevivência e a adaptação no longevo decurso de sua história de diásporas, guerras, invasões, perseguições e desterros. Segundo o historiador Paul Johnson nenhum outro povo mostrou-se mais fecundo em fazer da desgraça um uso criador”.

Sobre as tecnologias agrícolas: “A balança comercial agrícola de Israel é deficitária em apenas 5%, um feito notável, pois 80% de suas terras não eram originalmente agriculturáveis”.

Sobre a democracia: “Israel é uma nação com eleições livres – “por isso, recebe a alcunha de oásis democrático, envolto por vários  países conflagrados. Internamente, a sensação é de segurança, quando se perambula pelas suas cidades, inclusive à noite”.

Sobre o renascimento do Estado judeu: “Tantas nações sucumbiram, enquanto Israel renasceu das cinzas. Qual o segredo dessa longevidade? Difícil responder, mas certamente, entre outras razões, estão a perseverança e a resiliência de um povo diante das adversidades, bem como o zeloso investimento na formação das futuras gerações pela família e pelo Estado”.

Leia o texto completo.





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