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Parte do público europeu não enxerga o tamanho do problema do extremismo islâmico

09 Jan 2015 | 11:47
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Em texto publicado na Folha.com, em 9 de janeiro, o jornalista Sergio Malbergier aborda o “discurso politicamente correto” de parte importante do público europeu e global diante da ameaça do extremismo islâmico. Leia abaixo trechos:

(...) A "explicação" de que os terroristas franceses são fruto da falta de perspectivas e da discriminação é tão vazia quanto a visão de que eles são lobos solitários.

Esse extremismo islâmico não tem nada a ver com a Europa. Ele é na verdade fruto do total desarranjo e violência que assolam o mundo árabe e parte importante do resto do mundo islâmico, do Paquistão à Nigéria, com massacres de dezenas de pessoas, inclusive crianças, sendo ocorrência cada vez mais banal.

(...) Os irmãos terroristas de Paris não são "lobos solitários". Eles frequentaram mesquitas radicais na França, treinaram em campos da Al Qaeda no Iêmen e do Estado Islâmico na Síria e foram expostos ao longo da vida a narrativas fanáticas, antiocidentais e antissemitas muito populares e difundidas.

Não se trata de acusar a grande maioria de muçulmanos pelos atos de uma minoria fanática e radicalizada. Mas se não houver clareza do tamanho do problema, não haverá solução. Pelo contrário. Haverá mais radicalização. E o choque de civilizações será ainda mais sangrento do que o atual.

Leia o texto completo na Folha.





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